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Sunday, October 25, 2015
SUPER!!!
Fotografia: Baleia comum, Balaenoptera physalus. Lages do Pico, Açores. Maio 2015 (clicar na imagem para ver melhor)
Não vou dizer que chorei baba e ranho porque pode parecer mal... Mas posso dizer que foi um dos momentos mais "power" da minha vida!!
Foi em maio e, pouco ou nada falei sobre o assunto... Guardei tudo só para mim (demasiada emoção para ser partilhada). Um dia destes, com calma, se estiver p'raí virada, talvez conte como foi sobreviver a uma barrigada de baleias nos mares dos Açores.
Agradecimentos:
Destes dias, tenho que fazer um super-super-super-agradecimento ao Luís Quinta que me ajudou a realizar um grande sonho (se não fosse ele, nada disto teria acontecido). Mais um agradecimento a ele e ao Ricardo Guerreiro por me aturarem durante aqueles maravilhosos dias. Um grande agradecimento ao Serge Viallelle do Espaço Talassa, por todos os meios que disponibilizou permitindo-me acompanhar (e ajudar um bocadinho) o trabalho do Luís e do Ricardo. E não podia faltar um grande agradecimento ao João Quaresma que domina fabulosamente o barco e as baleias e ainda por cima faz "altos" petiscos. Obrigada a todos!!
Thursday, September 17, 2015
Tuesday, June 02, 2015
Nadar com baleias
Fui ali realizar um sonho mas já voltei.
(e em poucos dias já consegui passar do estado "zen" para o estado "stress total"... mas isto já acalma)
Thursday, January 22, 2015
Los cochés más simpáticos
Há imagens q fazem o coração bater mais rápido.
Este carro é igualinho a um que eu conheço... (e lembra-me que tenho um assunto mega-pedente)
Dei de caras com esta notícia "Estos son los cochés más simpáticos" e gostei especialmente da frase "el Dyane 6 se vendía como el coche «para gente encantadora". Não podia estar mais de acordo.
Este carro é igualinho a um que eu conheço... (e lembra-me que tenho um assunto mega-pedente)
Dei de caras com esta notícia "Estos son los cochés más simpáticos" e gostei especialmente da frase "el Dyane 6 se vendía como el coche «para gente encantadora". Não podia estar mais de acordo.
Wednesday, January 07, 2015
E vão 4
4 mesinhos sem tocar num cigarro!!!... e a balança a marcar números nunca antes atingidos.
(Baleia Badocha, brevemente neste blog...)
Foto: DiveAzores, 07 Setembro 2014, Banco Princesa Alice, Açores.
Saudades dos Açores... saudades daquele azul... saudades das jamantas!
Tuesday, December 09, 2014
3 meses!!!
(sim, as barbatanas da foto são as minhas)
Há pequenos momentos que, inesperadamente, se tornam grandes momentos... bastante emotivos e marcantes.
No domingo, fez 3 meses que visitei o Banco Princesa Alice.
No domingo, fez 3 meses que tive o prazer de mergulhar com jamantas (prazer não..., loucura!!! yeah!! quero mais!!).
No domingo, fez 3 meses que deixei de fumar!!! (uôooouuuu... é mesmo verdade! e, desde então, tenho andado com humor fantástico... A minha família pode confirmar)
Obrigada, Tiago!!! se não fosses tu, nada disto teria sido possível! Bjnhs para ti e ATÉ BREVE!! (Ui... 'tás feito!...)
Fotos by Dive Azores, 07 de Setembro 2014, Banco Princesa Alice, Açores.
Sunday, August 10, 2014
Tuesday, July 08, 2014
Friday, February 14, 2014
Be my whalentine
(este logótipo foi-me enviado por uma amiga, no ano passado. Não sei de onde veio mas gosto dele e estava à espera do dia de hoje para o "postar"...)
Thursday, December 05, 2013
Friday, November 29, 2013
Estórias que vestimos
Numa espécie de campanha contra o consumismo compulsivo, este filme leva-nos a pensar que há objectos (neste caso, peças de roupa de uma certa marca) que podem durar uma vida. São coisas que, embora velhas e podres, por razões quase inexplicáveis, não nos conseguimos desfazer delas. Há peças de roupa que podem ter uma longevidade muito maior do que apenas uma estação, ou duas. São objectos que nos acompanham por muitos e longos anos, fazendo parte da nossa vida, fazendo parte de nós... são especiais.
Tenho vários objectos especiais. Confesso que desfruto de uma certa (grande) incapacidade para me desfazer das minhas coisas. Não por serem "minhas" e não querer partilha-las mas, porque gosto delas e me trazem boas memórias. Porque me contam estórias.
Quanto a roupa, acho que ao longo da vida fui tendo algumas peças especiais que, durante anos me acompanharam para todo o lado. (Agora, pensando melhor neste assunto, percebo que a minha mãe conseguiu a proeza de, com a maior subtileza, fazer com que algumas dessas peças "com péssimo aspecto", "uma vergonha", desaparecessem do mapa. Parece que estou a ouvi-la... "quais calças? aquelas assim, assado?... não sei... nunca mais as vi" (yhe... right)).
Bem, actualmente, tenho um polar branco com carapuço. Não sei quanto anos terá... Era da minha irmã e passou para mim há uns bons anos. Gosto muito dele. Por ser polar, é quentinho, leve e tem a vantagem de não se amarrotar quando vai enfiado na mochila ou na mala. Por outro lado, é branco. Ou melhor, "era" branco... (já não está propriamente com bom aspecto). Mesmo assim, uso-o com muita frequência em casa, em saídas de campo, quando vou de fim de semana para algum lado e nas (poucas) viagens que tenho feito.
E tu, que peça de roupa guardas com um carinho especial? aquela que, embora velhinha e podre, te acompanha para todo o lado...
Tuesday, November 19, 2013
Um sonho...
Não é minha intenção fazer publicidade à Canon mas este filme é irresistível. As imagens, a música de fundo e a voz doce do fotógrafo Darren Jew... é impossível não verter uma lágrima.
Ele diz que algumas pessoas, que viram baleias pelas primeira vez, ficaram com lágrimas na máscara de mergulho. Eu já vi baleias mas nunca vi a minha preferida, a baleia de bossas (a das fotos). Chorona como eu sou, acho que me afogava nas minhas próprias lágrimas. E isso (afogar-me), não era o mais grave... Grave, grave era querer ver as baleias e não conseguir ver nada por causa das lágrimas. Isso é que era grave!
E para mim, agora, o destino é... TONGA! (Pacífico)
Friday, November 08, 2013
Monday, October 07, 2013
E se um dia, alguém te oferecer flores?!
E se um dia, alguém (de quem és fã) te chama e te mostra um
filme de um avistamento de uma baleia aqui da nossa costa no seu telemóvel? Ah pois, é… Valeu a
pena ir ao Greenfest.
No último dia do festival, e único em que consegui ir mesmo sem saber
muito bem qual era a programação, pode dizer-se que foi uma excelente pontaria.
Ganhei o dia!
(ainda bem que não há fotos para ilustrar este post porque eu devia ter ficado com a maior cara de parva. Ainda estou para perceber como é que o grandioso Luis Quinta sabe que eu sou eu...)
Tuesday, July 02, 2013
Tuesday, November 06, 2012
Tive um príncipe encantado na minha vida…
Tive, ...e tenho, um príncipe encantado na minha vida. Que, ao que parece, não me larga. É uma espécie de doença incurável que, há mais de 20 anos, ora vai, ora volta… Foi uma espécie de paulada na cabeça com danos, está visto que, irreparáveis. Foi uma daquelas paixões-assolapadas-platónicas-cegas-loucas-indisfarçáveis-próprias-dos-adolescentes (e impróprias para cardíacos). Daquelas que nos fazem fazer figuras ridículas e corar… Um horror! Tudo isto, por um rapaz que, na realidade, nunca cheguei a conhecer muito bem.
Eu, que sou do género “reservada” nestes assuntos, não houve ninguém que não tivesse ficado a saber desta paixoneta ridícula... deste príncipe encantado. Toda a gente soube (porque eu não conseguia disfarçar), menos o alvo. Tenho a decência de não escrever aqui o seu nome mas… quem me conhece desde essa altura, sabe perfeitamente a quem me refiro (“príncipe encantado” e a deixar marca desta maneira, não há mais nenhum na minha lista).
No sábado passado estive com uma amiga dos tempos do liceu que viveu de perto este fantástico “sonho cor de rosa” (“fantástico”, vem de “fantasia”). As conversas são como as cerejas e, vai-se lá saber como ou porquê, o assunto príncipe encantado veio à baila. É uma história hilariante… e triste porque nunca chegou a ter o final feliz com q sempre sonhei.
Na altura, quando o conheci (ou melhor, quando me apaixonei), acreditei piamente que um dia haveria um reencontro e… “seriamos felizes para sempre”. A loucura foi ao ponto de eu dar 5 anos para nos voltarmos a encontrar (isto é mesmo verdade! e ele nunca soube. Vá, chamem-me louca!). Cada um seguiria a sua vida, cada um teria os seus namorados mas, 5 anos depois, ou durante esse período dos 5 anos, haveria um reencontro. “O” reencontro. Mas, no decorrer do tal período tempo, meteu-se pelo meio a ida para a longínqua universidade e, seguiram-se outros projectos de vida... Os anos foram passando… passando… Já passaram 5x4… qualquer dia, 5x5… e nada! Ele ainda não apareceu a “dizer que me amava e voávamos juntos até ao horizonte” (do livro “o caderno vermelho da rapariga karateca”… É que quando li o livro, lembrei-me bastante desta fase da minha vida, deste “príncipe encantado”, porque era exactamente isto que eu sentia. Ou melhor, que eu desejava).
Sei que ele me reconhece. Já tive uns encontros inesperados (com anos de interregno) e ele fez aquele soorrriissoo de caír p’ró lado… e eu, tal adolescente, faço sempre as mesmas figuras ridículas de antigamente. Primeiro, incrédula, levo meia hora para perceber que é mesmo ele (especialmente se está de óculos escuros – tenho um problema: nunca reconheço as pessoas quando usam óculos escuros). Depois, quando percebo que é mesmo ele, de tão aflita não consigo dizer nada… Absolutamente nada!!! Nem “olá”! Acho que nem um sorriso… Deve achar q sou uma parvalhona mal educada mas… fazer o quê?! Isto não é coisa que se consiga controlar. Ai se ele soubesse… q o sentimento é o oposto.
Bem, agora não fiquem a pensar q tenho estado estes 20 e tal anos sentada numa cadeirinha à espera q o homem que me apareça aos pés. Louca, mas não tanto!. Passam-se anos q nem me lembro da sua existência. Mas há alturas em que, ou porque o vi ou porque no decorrer de alguma conversa com amigas o assunto vem à baila, lembro-me que ele anda por aí. No mesmo mundo q eu. Só isso!
Não posso dizer que isto seja uma “história mal resolvida” porque, na verdade, nunca houve nada (além de uns beijinhos) para resolver. Apenas mau “timing”, será? Acho que o que aconteceu foi que… criei um monstro! Naquela fase parva da adolescência, criei, floreei, esculpi, ilustrei, desenhei, pintei um príncipe encantado. À minha imagem, claro. Príncipe encantado = Monstro. O desgraçado do príncipe encantado das histórias q me contavam em pequena. Devia ser morta, a pessoa que inventou histórias de príncipes encantados. Isto não se faz! Enganar as crianças anos a fio com coisas q não existem. É q uma pessoa chega a velha e ainda sonha com príncipes encantados e depois, só aparecem "desencantados"… Uma tristeza, uma desilusão. E é precisamente por causa desta desilusão, que prefiro manter "o meu príncipe encantado” intocável. Porque o mais certo, é ele ser como os outros… ou pior q os outros!!… E lá se ía o "encanto"... Que medo! Aí, a minha queda seria bem maior, bem mais aparatosa… Por isso, o melhor é ficar tudo como está: eu tenho um príncipe encantado e ele, fica sem saber que é príncipe encantado. Na próxima encarnação talvez nos encontremos, quem sabe. Ou será q isto é karma de uma vida passada?!… O melhor é nem entrar nestes campos demasiado complicados para a minha cabeça.
Na esperança que ele não saiba da existência deste blog (ou se souber, que não saiba q é meu…. Ou, se souber q é meu, que fique a achar q estou a falar de um outro príncipe encantado qualquer…) e, mesmo correndo o risco de me aparecerem à porta um monte de “desencantados” a pensarem que são “o tal”, resolvi ganhar coragem e escarrapachar com isto tudo aqui, aos olhos do mundo. Ora aí está. Para toda a gente ficar a saber como sou idiota. 20 e tal anos depois e ainda perco tempo a pensar num gajo que nunca me ligou peva.
Mas acho que ainda não está tudo perdido… Talvez o venha a encontrar no lar e a minha vida ainda tenha um final feliz. Se já esperei quase ¼ de século, qual é o problema de esperar mais 2/4?!... Já estou a imaginar… aos 90 anos, de mãos dadas e a trocar alianças… Que lindo! Que romântico!... Aí, se vocês ainda por aqui andarem, vão roer-se de inveja mas eu convido-vos para a boda. Não se preocupem! aposto q o lar vai ter rampinhas, elevadores e até umas senhoras queridas para ajudar na hora do xixi.
Ele afinal chegou! Chegou mais tarde, mas chegou!
Para rematar esta linda história de príncipes encantados do século passado, podem ouvir esta musiquinha que eu adoro e que fica aqui mesmo bem.
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